Caminhão atola no segundo dia de operação da balsa no Rio Piquiri e provoca longas filas na BR-272

Incidente ocorreu após desembarque da balsa entre Francisco Alves e Terra Roxa; travessia foi adotada como alternativa às obras na ponte

Caminhão atola no segundo dia de operação da balsa no Rio Piquiri e provoca longas filas na BR-272
Caminhão atola no segundo dia de operação da balsa no Rio Piquiri e provoca longas filas na BR-272
Caminhão atola no segundo dia de operação da balsa no Rio Piquiri e provoca longas filas na BR-272
Caminhão atola no segundo dia de operação da balsa no Rio Piquiri e provoca longas filas na BR-272
Caminhão atola no segundo dia de operação da balsa no Rio Piquiri e provoca longas filas na BR-272 Caminhão atola no segundo dia de operação da balsa no Rio Piquiri e provoca longas filas na BR-272 Caminhão atola no segundo dia de operação da balsa no Rio Piquiri e provoca longas filas na BR-272 Caminhão atola no segundo dia de operação da balsa no Rio Piquiri e provoca longas filas na BR-272

No segundo dia de operação da balsa que realiza a travessia do Rio Piquiri, na BR-272, entre os municípios de Francisco Alves e Terra Roxa, já foi registrado o primeiro problema. Um caminhão basculante carregado atolou logo após descer da embarcação, exigindo o uso de máquinas de grande porte para a retirada do veículo.

O incidente provocou longas filas nos dois sentidos da rodovia. Até então, o serviço vinha funcionando normalmente, com tempo médio de aproximadamente cinco minutos de uma margem à outra.

Com o atolamento, o tráfego precisou ser interrompido temporariamente, gerando transtornos a motoristas e transportadores.

A operação da balsa foi implantada devido às obras de reforma da ponte existente no local. Como rota alternativa, o desvio por Francisco Alves, Palotina e Terra Roxa soma cerca de 80 quilômetros, o que eleva significativamente o consumo de combustível e o tempo de viagem.

Por esse motivo, a maioria dos caminhoneiros, especialmente os que transportam cargas pesadas, optou pela travessia fluvial.

A balsa tem sido utilizada principalmente por veículos que seguem, por exemplo, de Guaíra em direção ao Noroeste do Paraná e vice-versa, além de motoristas que acessam o Mato Grosso do Sul pela Ponte Ayrton Senna ou seguem em direção ao Paraguai.

Ainda na região, outra situação de lentidão foi registrada na manhã desta quinta-feira (08) em Guaíra.

Uma grande fila se formou devido à retirada de um caminhão que tombou na noite anterior no trecho conhecido como “S do Senna”, local também chamado de “Curva da Morte” por moradores, em razão do histórico de acidentes.

Redação: Rudi Walker

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