ATENÇÃO: Suspeitos de chacina em Icaraíma entram na lista de procurados da Interpol um ano após o crime
Antônio Buscariollo, de 66 anos, e o filho Paulo Ricardo Costa Buscariollo agora fazem parte da Difusão Vermelha e podem ser presos em qualquer país-membro da organização internacional
A Polícia Civil do Paraná confirmou nesta segunda-feira, 6 de julho, que Antônio Buscariollo, de 66 anos, e seu filho Paulo Ricardo Costa Buscariollo entraram oficialmente para a Difusão Vermelha da Interpol.
Os dois são os principais investigados pela chacina que tirou a vida de quatro homens em Icaraíma, município do Noroeste paranaense.
No mês que vem, o caso completa um ano, e a inclusão na lista internacional de procurados representa um passo relevante nas buscas, ainda que a elucidação completa permaneça distante.
De acordo com a corporação, a entrada dos nomes no sistema da Interpol só foi possível depois que todas as exigências legais foram atendidas.
O processo prevê que a autoridade policial encaminhe ao Poder Judiciário um pedido formal, assumindo o compromisso de solicitar a extradição dos foragidos se eles forem encontrados e detidos em outro país.
Com a autorização da Justiça, a solicitação é repassada à Polícia Federal, que atua como intermediária do Brasil junto à Interpol.
Com a tramitação concluída nas esferas administrativa e judicial, os dois suspeitos agora podem ser reconhecidos e capturados em qualquer uma das nações que integram a organização internacional de cooperação policial.
Em comunicado oficial, a Polícia Civil reforçou que segue empenhada em esclarecer o crime, responsabilizar os culpados e manter a cooperação com os órgãos de persecução penal, tanto em nível nacional quanto internacional.
O caso
A chacina ocorreu em agosto de 2025 em Icaraíma e chocou a região Noroeste do Paraná. Quatro homens foram assassinados, e desde então pai e filho são considerados os principais suspeitos.
Com a Difusão Vermelha agora ativa, as autoridades brasileiras esperam ampliar as chances de localização dos foragidos, que podem estar escondidos em território estrangeiro.
Redação: Rudi Walker
Fonte: Polícia Civil do Paraná






















